As duas versões de um vereador que confundem até aliados em Rosário Oeste

As duas versões de um vereador que confundem até aliados em Rosário Oeste
Publicado em 28/11/2025 às 12:42

Redação

A coluna Papo de Boteco desta sexta-feira (28) chega com veneno suficiente para temperar o resto do ano. Em Rosário Oeste, o personagem mais comentado do momento é um vereador especialista em trocar de : ora opositor, ora independente, ora o que for mais conveniente no dia. No microfone, é coragem pura. Depois que a sessão acaba, começa o verdadeiro espetáculo.

Segundo quem vive colado nos bastidores — e nos balcões — o parlamentar ativa o modo turbo e sai em disparada para onde quer que o prefeito “de direito”, Mariano Balabam (PSB), esteja. Se o destino for um boteco à noite, lá está ele chegando quase antes do garçom. No dia seguinte, antes mesmo do sol se espreguiçar, o vereador já está plantado na Prefeitura, como se estivesse tentando bater ponto.

E claro: o roteiro também inclui visitas cuidadosas ao prefeito “de fato”, Alexandre Bauxi. Sempre no estilo “conversa urgente”, como se carregasse segredos de Estado na pasta. Entre sussurros, há quem diga que tenta plantar intrigas, criar confusão e fazer brotar qualquer coisa — menos coerência.

Para completar, circula pelos corredores a versão de que o vereador está preparando um Natal muito especial. Especial para quem? Apenas para quem “fala a língua dele”. Não o português, mas o idioma fluente da conveniência, aquele dialeto restrito aos que fazem parte do seu círculo de amizade ou, mais precisamente, do seu círculo de utilidade política. Se não pertencer ao clube, pode esquecer guirlanda, festa ou simpatia: o bom velhinho não passa por lá.

E, para fechar o Papo de Boteco desta sexta-feira (28), muita gente em Rosário Oeste comenta — daqueles comentários que circulam de mesa em mesa — que o vereador é um amante declarado das noites boêmias da cidade. Há quem diga até que ele cultiva um certo perfil de galanteador, sempre circulando com aquela autoconfiança de quem acha que está vivendo um filme próprio.

Se esse ritmo seguir, o enredo todo tem tudo para detonar uma bomba política de proporções épicas, daquelas que fazem a cidade parar, olhar e pedir mais pipoca.

E ironicamente — diante de tantas corridas noturnas, visitas matinais, cochichos estratégicos e diplomacia de boteco — talvez o vereador seja mesmo um homem multifuncional. Só falta agora descobrir qual dessas versões dele aparece na sessão da Câmara da semana que vem.