Enquete promovida pelo Rosário Notícias revela os cinco nomes mais lembrados para disputa ao comando da Prefeitura de Rosário Oeste em 2028

Redação
Uma interação promovida pelo site Rosário Notícias, por meio de sua página oficial no Facebook, tem gerado participação dos internautas e movimentado o debate sobre o cenário político de Rosário Oeste. A enquete virtual questiona qual dos nomes apresentados estaria mais preparado para assumir a Prefeitura Municipal em uma futura eleição em uma disputa com o prefeito Mariano Balan (PSB) que deve buscar reeleição em 2028.
Os nomes citados na enquete são o ex-prefeito Alex Berto, o advogado e ex-candidato a prefeito pelo Podemos Carlinhos Mendes, o servidor público do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) e liderança comunitária João Norberto, o Jango do Pindaival, o médico e ex-prefeito Dr. Joemil Araújo, a atual vice-prefeita Juliana Nunes (PRD), o empresário Luiz Fernando, o fazendeiro e atual prefeito Mariano Balaban (PSB), a vereadora e primeira-secretária da Mesa Diretora da Câmara Municipal Selma Anzil (Federação PSDB/Cidadania), a professora e ex-vice-prefeita Tânia Conrado (Sem Partido) e o ex-vereador Tito da Forquilha (Sem Partido), além das opções “Nenhum deles” e “Não sei / Não quero opinar”.

De acordo com a parcial registrada na publicação, Selma Anzil lidera a consulta com 24% das manifestações, somando 46 votos. Na segunda colocação aparecem empatados Carlinhos Mendes e Jango do Pindaival, ambos com 17% e 34 votos cada.
Na sequência surge Tito da Forquilha, com 12% da preferência e 24 votos. Alex Berto aparece com 5%, totalizando 11 votos. Joemil Araújo e Juliana Nunes registram 4% cada, com 9 votos para ambos.
Mariano Balaban contabiliza 3% da participação, com 7 votos, mesmo número registrado pela opção “Nenhum deles”. A alternativa “Não sei / Não quero opinar” soma 6 votos. Luiz Fernando aparece com 3 votos, enquanto Tânia Conrado registra 1 voto.

O Rosário Notícias ressalta que a iniciativa possui caráter exclusivamente interativo e informativo. Por não seguir metodologia científica, critérios estatísticos ou registro junto à Justiça Eleitoral, a enquete não pode ser considerada pesquisa eleitoral, servindo apenas como um retrato momentâneo da participação espontânea dos usuários da rede social.
A votação permanece aberta e os resultados podem sofrer alterações conforme novas participações sejam registradas.



